6º Dia – Noite – Pr. Samuel de Souza Jr. – As Qualidades de um Profeta

Textos de base: Cl 1:13-29, 2 Rs 5 e o Sermão do Monte (Mt 5 a 7).

Quem governa o coração do profeta, do ministro de Deus?

Muitas pessoas que foram transportadas do reino das trevas para o da luz não vivem essa realidade. Elas cantam e pregam, mas não são coerentes com a mensagem que transmitem. Suas atitudes revelam que não entendem a verdadeira dimensão do que é ser filho de Deus.

História de Naamã conta sua trajetória rumo à cura.  Ele recebeu a notícia de uma menina que em Samaria havia um profeta que o restauraria de sua lepra.  O comandante do exército da Síria tinha ainda muitos conceitos errados e depois de mergulhar no rio para ser sarado, quis pagar “pelo serviço”. O profeta Eliseu recusou a oferta, entretanto seu moço, Geazi, às escondidas, foi buscar o dinheiro. Ele foi seduzido pelo ganho fácil, quis tirar vantagem, negociou sua integridade e foi rebelde a Eliseu, por isso foi amaldiçoado com a lepra. Essa narração apresentou o problema da desonestidade que desqualificou Geazi para o ministério.

No “Sermão do Monte”, Jesus ensinava “como quem tinha autoridade”! Por quê? Simplesmente porque Ele vivia o que pregava! E alertou, “acautelai-vos dos falsos profetas”.

Nenhum ministério é legitimado pelos números! Não se pode dizer que o ministro é bom pela quantidade de membros em sua igreja, pelos CDs vendidos ou a multidão que consegue atingir. A árvore é conhecida pelos frutos que produz! Para se saber se o profeta é verdadeiro ou falso, deve-se observar os FRUTOS (Mt 7:15-20), ou seja, olhar a vida da pessoa, seu caráter, seu comportamento em casa, todas as atitudes fora do templo.

Quem tem ministério precisa ser tratável, suportar ofensa, ser humilde, além de apresentar em sua rotina a meditação diária da Bíblia. Isso é o mínimo que se espera de um profeta. Segue alguns conselhos para quem quer se tornar um bom profeta na Casa do Senhor:

–  Viva os princípios e os valores da Palavra, todos os dias da sua vida (faça de Jesus o seu grande exemplo);

–  Perseverar diante das adversidades e também ser firme em meio às tentações para dizer “não”.

–  Reconhecer os próprios erros e limitações para, quando for preciso, se arrepender, assumir a própria culpa, pedir perdão, chorar e reconhecer que necessita tanto da graça quanto da misericórdia de Deus como qualquer pecador (não se achar superior por causa da função que executa).

–  Ter Jesus como centro e nunca abandonar sua missão.

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